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Um dos impactos visíveis no panorama econômico causados pela Covid-19 atinge o comportamento dos consumidores à medida que mudam sua forma de consumir e, por consequência, influenciam a dinâmica do mercado de diversos setores. Dessa forma, ações de marketing precisaram ser transformadas para acompanhar esse “novo consumidor”.

Se antes da pandemia as lojas on-line já eram uma alternativa a mais para o empresário e comerciante, hoje vender pela internet é a principal atividade de muitos negócios. Em 2020, o atendimento ao cliente adquiriu ainda mais importância com o crescimento do tráfego no comércio on-line. Sem enxergar fisicamente seu público, tornou-se necessário entender o perfil do consumidor e oferecer atendimento personalizado, assim como, investir em modelos de negócio que correspondam às expectativas do cliente. A massificação do direct-to-consumer (D2C) é prova disso.

De acordo com a pesquisadora e professora de Comunicação, Marketing e Branding da Business School e Programa de Pós-Graduação da Universidade Positivo, Fabiana Mariutti, as relações de consumo e as estratégias de comunicação e marketing — seja no âmbito institucional, informacional, promocional ou puramente comercial — dependem de cada segmento de mercado ou setor econômico.

“Muitos negócios inovam para conseguir sobreviver e surpreender seus clientes atuais ou em prospecção ao aplicar técnicas de negociação e estratégias de valor agregado como poderosos alicerces comerciais para fidelização. Em tempos difíceis para todos, diante das mais diferenciadas emoções e vivências desta longa pandemia, atender humanamente o consumidor — de forma presencial ou virtual — é a palavra que deve estar no propósito da marca e na missão, visão e valores de qualquer estratégia de um negócio”, afirma a pesquisadora.

Ações e estratégias de marketing e vendas – que estão sendo adotadas visando à sobrevivência nos novos tempos – tornam-se ainda mais importantes nesse contexto. Especialistas apontam dez tendências que ganharam força durante a pandemia e seguem em alta para 2022.

Pesquisa por voz

Falar é mais natural e relativamente mais fácil do que digitar. É por isso que a pesquisa por voz faz todo o sentido. Na verdade, é uma inovação tecnológica brilhante que já altera a forma como o consumidor se comunica digitalmente. “A pesquisa por voz simplifica a procura de informações on-line, além de reduzir drasticamente o tempo de tela”, salienta Marcio Pacheco, CEO da PhoneTrack, startup paranaense especializada em Inteligência Artificial aplicada à voz. Segundo um levantamento da Strategy Analytics, as vendas de alto-falantes inteligentes em todo o mundo chegaram, no primeiro trimestre de 2020, a 28 milhões de unidades, um resultado 8% maior que no ano anterior. Projeções estimam que para 2021 o aumento seja de 21% e que até 2024 as vendas cheguem a um total de 640 milhões de unidades. “Para tirar proveito dessa tendência, as marcas devem fazer os ajustes certos sobre como enquadrar os dados para responder adequadamente a esse comportamento emergente do consumidor”, alerta Pacheco.

Inteligência Artificial

A inteligência artificial, o Big Data e o Analytics vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado digital, uma vez que automatizam processos, e fazem a gestão de dados e análises. “Ao detectar padrões e facilitar a compreensão do comportamento dos consumidores, as ferramentas baseadas em inteligência artificial ajudam a operar de forma otimizada e com mais foco, proporcionando as melhores experiências aos clientes”, afirma Pacheco. Tecnologias como o call tracking e o speech analytics, por exemplo, trazem informações detalhadas sobre as necessidades do consumidor por meio da análise da voz em ligações telefônicas, ajudando a mensurar campanhas, recuperar contatos perdidos e transformar ligações em novos leads.

Estratégia Omnichannel

A pandemia fez com que muitos estabelecimentos comerciais fechassem as portas, passando a atender apenas com a loja on-line. Outros ampliaram os canais, abrindo estratégias de venda por WhatsApp, delivery e drive-thru. Para Pacheco, adotar novos canais não significa abandonar os tradicionais. Segundo ele, um canal considerado ultrapassado por uma faixa da população pode ser o mais utilizado por outra. O telefone é um exemplo disso. Um levantamento da PhoneTrack mostrou que as ligações telefônicas voltaram a fazer parte da jornada do consumidor. Em 2016, 41% dos consumidores usavam o telefone para entrar em contato com uma empresa após pesquisa on-line. Em 2020, esse número saltou para 60%. Com cada vez mais canais de comunicação e venda, é importante estar onde o consumidor estiver, seja on-line ou off-line. “Mas é bom lembrar que as estratégias não podem ser as mesmas para todos os canais, pois cada um tem a sua particularidade e, às vezes, um público bem específico”, ressalta.

Vendas em Redes Sociais

Cada vez mais, as mídias sociais, além de exercerem papel fundamental na execução de estratégias de marketing, também acabam ajudando na ampliação das vendas. Recentemente, o Instagram implantou o social commerce, que permite às lojas venderem seus produtos na rede social de forma parecida com os marketplaces da web. “A estratégia atrai o consumidor para a conversão dentro das próprias plataformas das redes sociais”, afirma José Paulo Trigueiro, da Agência MKT Real. Segundo ele, em 2022, a tendência é que essa tecnologia seja ainda mais adotada e receba melhorias que impactem positivamente para empresas e clientes.

Holistic Health

A pandemia também fez as pessoas valorizarem mais a saúde e o bem-estar. Nesse sentido, o conceito de holistic health é usado no marketing e nas vendas para entender a saúde do consumidor de forma ampla, sob diferentes aspectos que representam o bem-estar. “É se reconhecer como um todo: somos a resultante de saúde física, mental, emocional, social, intelectual, e espiritual. A pandemia escancarou essa necessidade da gente se ver num contexto maior, e como seres complexos. No marketing não será diferente”, afirma a gerente de marketing da Jasmine Alimentos, Thelma Bayoud.

Comunicação interna

“É importante entender as pessoas, sua individualidade, suas dores e personalizar a comunicação, principalmente com o público interno, que é o principal cliente de organizações de qualquer segmento”, ressalta Cristiano Caporici, CMO da Tecnobank, empresa de tecnologia para negócios. Ele diz que a pandemia, o isolamento social e o trabalho remoto revelaram a importância da comunicação interna para o bom andamento das atividades da empresa. “Mesmo que o trabalho volte a ser 100% presencial, a lição aprendida com a pandemia é que a comunicação interna reflete diretamente nos resultados da companhia”, garante Caporici.

Proteção e segurança de dados

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a crescente sensibilidade dos clientes tornam a proteção e a segurança de dados um desafio importante para as empresas que processam dados pessoais para fins de marketing e vendas. De acordo com Rogério de Lorenzo Leal, gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, a mudança desse paradigma, no qual os dados pessoais passam a ser cada vez mais entendidos como propriedade da pessoa e não das empresas, irá impactar muito todos os setores. “Tarefas que antes eram naturais para o mercado agora não poderão mais ser executadas sem o devido consentimento do consumidor. Como estamos vivendo um cenário no qual a venda on-line tem desempenhado vertiginoso crescimento, e nesse ambiente virtual a coleta de dados é fundamental, as empresas precisam estar conscientes dos reflexos que a nova legislação impõe antes de estruturar suas ações e estratégias comerciais”, alerta Leal. Numa sociedade em que dados estão se transformando no novo petróleo, todo o mercado será muito impactado e exigirá das empresas maiores investimentos e estudos nesse setor.

Marketing interativo

Um site bom, funcional e responsivo, projetado para oferecer a melhor experiência possível ao usuário, sempre foi essencial. No entanto, isso se tornou ainda mais fundamental com a pandemia. “Agora é necessário ir mais longe e pensar em novas iscas para atrair tráfego para o site da empresa”, alerta Cesar Cantarella, CEO da DealerSites, startup que atua no segmento de e-commerce no setor automotivo. Para ele, no caso da negociação de compra e venda de um carro, por exemplo, a aposta é adicionar elementos interativos ao site, abrindo espaço para o cliente ser ouvido e fazer a sua proposta. “Quando o cliente tem a chance de, no próprio site da concessionária, abrir uma ferramenta que o permita pesquisar o valor de mercado do seu carro usado e apresentar as suas condições de negociação, isso acaba sendo determinante para a conversão”, ressalta.

Transparência

“Anunciar um produto sem o valor é o mesmo que criar um perfil nas Redes Sociais sem foto”, compara Cantarella. Segundo ele, o marketing on-line deve ser transparente – sob o risco de perder o cliente para sempre. “No caso de automóveis, por exemplo, o site da concessionária é um canal para pesquisa de preços e modelos, além de relacionamento entre vendedor e consumidor. Se o preço não está lá, a confiança do cliente na empresa é abalada, pois ele busca informações claras e diretas, sem enrolação e sem ter que procurar muito”, ressalta. O tráfego nos sites de concessionárias aumentou 35% durante a pandemia, segundo estudo da DealerSites.

Responsabilidade Social

Uma coisa que a Covid-19 acelerou é a percepção da necessidade dos consumidores de que as marcas sejam mais socialmente responsáveis. “É cada vez mais comum consumidores utilizarem-se das redes sociais e da cultura de cancelamento para boicotar marcas corruptas, preconceituosas, que agridem o meio ambiente ou maltratam animais, por exemplo”, explica Eliziane Gorniak, diretora do Instituto Positivo. Porém, ela ressalta que é essencial que a empresa tenha autenticidade e coerência nas ações de responsabilidade social que se propuser a fazer, antes de anunciar ao mercado.

Por que não pensar em brand experience e criar uma playlist que reforce seus atributos e personalidade?

Foi o que a Tegra Incorporadora, empresa do grupo canadense Brookfield, fez. A empresa criou seleções musicais no Spotify que reforçam o conceito de seus empreendimentos, apresentando ambientações musicais para os seus lançamentos imobiliários.

A estratégia, que amplia a atuação digital da marca, contou também com playlists temáticas para ambientar momentos cotidianos dentro de casa, tudo a ver com o universo da marca Tegra. São trilhas sonoras para valorizar as experiências dentro de casa, segundo a empresa.

“As playlists criam um vínculo afetivo. Por meio da curadoria de músicas, queremos proporcionar experiências agradáveis para acompanhar a rotina das pessoas, que, hoje, passam muito mais tempo dentro de casa. Já os lançamentos da Tegra remetem a diferentes personalidades e estilos de vida, por isso cada um deles agora tem sua própria seleção musical” _Flávia Schmidt, gerente geral de marketing da Tegra.

Saiba mais sobre o projeto para alimentar as ideias:

“Investiremos em playlists e em podcasts que possam enriquecer a jornada dos clientes Tegra. Queremos entregar mais do que um produto imobiliário. Buscamos oferecer uma experiência completa”, reforça Flávia.

  • Totens com “spotify codes” para as playlists foram distribuídos nos estandes de venda dos empreendimentos da Tegra e nos materiais promocionais dos lançamentos. Acesse aqui pelo link direto.

São 3 playlists temáticas com foco em qualidade de vida estão disponíveis no perfil da companhia:

  • A seleção “Café e Música” tem canções acústicas que ambientam as primeiras horas do dia, com sucessos de artistas como The Cardigans e Caetano Veloso.
  • A playlist “Cozinhando e Cantando”, com clima de karaokê, traz hits que vão de Bon Jovi a Marisa Monte.
  • A lista “Jazz e Foco”, idealizada para quem atua em home office, é mais serena e sofisticada, com canções de Miles Davis, Herbie Hancock, entre outros artistas.

Alguns lançamentos da Tegra em São Paulo e no Rio de Janeiro já contam com temas musicais:

  • Edifício Gravura Perdizes: de perfil familiar, tem uma playlist que remete a um estilo de vida tranquilo e momentos de inspiração, com obras de artistas da MPB como Gilberto Gil e João Donato.
  • Neo Brooklin: próximo à agitação corporativa, aposta no ar urbano de Nova York, com uma seleção que passa por Alicia Keys, Lou Reed e MGMT.

George Slefo, editor do The Trade Desk, promoveu um bate papo com a CMO da Mars, Jane Wakely, sobre os temas Marketing de Responsabilidade e Greenwashing, temas de grande relevância e de debate dentro das principais companhias do mundo.

Conceitualmente o Marketing de Responsabilidade corporativo tem como objetivo criar uma união entre os interesses da sociedade e os das empresas, no qual a organização fica preservada e são produzidos benefícios à comunidade, além de produzir vantagem competitiva e o desenvolvimento de novas estratégias de negócios, como também uma maior aproximação com os consumidores que buscam por marcas defensoras de causas.

Já o greenwashing, que na tradução literal significa “lavagem verde” ou “pintado de verde”, pode ser praticado por empresas e indústrias públicas ou privadas, organizações não governamentais (ONGs), governos ou políticos, consistindo na estratégia de promover discursos, anúncios, ações, documentos, propagandas e campanhas publicitárias sobre ser ambientalmente/ecologicamente correto (ser uma instituição eco-friendly), e a intenção principal é relacionar a imagem de quem divulga essas informações à defesa do ambiente, com medidas reais que colaborem com a minimização ou solução dos problemas ambientais. O greenwashing, no final do dia, é como uma propaganda enganosa (uma imagem é passada, porém, a realidade é outra).

“Hoje, boa parte do meu trabalho está em traduzir metas de sustentabilidade em roteiros de inovação, privacidade de dados essenciais, responsabilidades em mídia social e investimento responsável em mídia”, destaca Jane. Ou seja, o tópico sustentabilidade é o direcional estratégico e diário que precisa ser colocado à frente das estratégias da companhia, buscando criar atributos, conexão com os consumidores e acima de tudo insights com foco na inovação, o que nos mostra que a sustentabilidade deve estar nos questionamentos para qualquer tomada de decisão de negócios a partir de hoje.

O jornalista perguntou à executiva uma definição mais clara de Greenwashing, e ela trouxe de forma muito simples: “Podemos definir como uma lavagem verde, e na pior das hipóteses é quando uma empresa ou marca faz uma afirmação que não pode comprovar – é também onde uma marca se associa pela causa, ela toma emprestado o patrimônio sem ter uma ação concreta”.

Marketing de responsabilidade na prática

Em linhas gerais é como uma empresa “abraçar” a causa das mudanças climáticas no planeta para se passar de “green- friendly” e na prática não ter nenhuma ação efetiva.

“Na Mars, acreditamos que o crescimento precisa ser mais sustentável para o planeta e a sociedade. E em 2017, lançamos nossos investimentos sustentáveis em um plano de geração de bilhões de dólares para melhorar nosso impacto sobre as mudanças climáticas. E o diferencial é a maneira como pensamos sobre tudo isso: empresas como os governos precisam intensificar e fazer seus devidos trabalhos para solução mais profundas do mundo”, reforça a executiva.

Wakely complementou: “Estamos em uma emergência climática e temos realmente mais uma década para definir nosso planeta pela causa certa. O que fizemos recentemente na Mars foi aprofundar nossos compromissos com o clima e lançamos no mês passado o compromisso com o Zero Líquido de Gases de Efeito Estufa até 2050, com uma visão baseada na ciência, e um trabalho justo e muito bem definido para resolvê-lo”.

Trata-se de uma discussão muito ampla, mas procurei trazer as principais definições como insights para quem quer se aprofundar nesse tema para as organizações, mas que precisam ser levados a sério por meio de ações que sejam concretas e reais. Fora desse contexto é o famoso “chover no molhado” e se “pintar de verde”.


Por Lucas Lima

Fonte: Midiaria.com 

Leia mais sobre o Web Summit neste link.

Imagine a seguinte situação: você tem um bom produto e precisa crescer. Mas você não tem uma estratégia forte para redes sociais. E o público está encontrando os seus concorrentes, mas não a sua marca. Isso é um pesadelo para qualquer empresário. Essa realidade é muito comum.

A boa notícia é que isso é algo que dá para ser resolvido em um curto período de tempo se você tiver os parceiros corretos.

De pronto há duas opções: terceirizar ou contratar internamente. Na primeira delas, se pode economizar tempo e não há a dor de cabeça de negociar, revisar, treinar o especialista e acompanhar os conteúdos.

Já a segunda opção, contratar internamente, leva a mais gastos mas pode ser vantajosa a longo prazo.

Foi isso que a startup Company Hero, plataforma de soluções digitais, percebeu e busca agora solucionar com seu mais recente produto: pacote de posts para redes sociais.

Simplificar e derrubar barreiras burocráticas de processos já é algo caro à Hero. Desde 2018, a startup já ajudou mais de 5 mil empresas a migrar do físico para o digital com suas soluções: abertura de empresas, endereço fiscal e comercial e soluções em legalização de empresas e registro de marcas.

Agora também ajuda seus clientes com marketing digital. O objetivo da Hero é facilitar a experiência complicada que qualquer empreendedor(a) tem na busca por ter posts de qualidade sendo criados para sua marca.

A importância de postar conteúdo relevante e fortalecer sua marca.

As redes sociais abriram muitas portas e oportunidades para as marcas de todos os tamanhos e perfis. Ter uma presença consolidada nas redes sociais não é mais uma exclusividade dos grandes nomes do mercado.

O ponto principal é a descoberta de que seu mercado (clientes em potencial e concorrentes) muito provavelmente já está lá. Plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn (e outras) transformaram e continuam transformando a forma como todos nós nos comunicamos.

As pessoas passam horas lendo seus feeds de notícias em diferentes momentos do dia e mais do que nunca é decisivo para as marcas agregar valor nesse momento.

Estudos já mostraram que pelo menos 38% dos consumidores avaliam a presença digital de uma marca dentro do seu processo de compra (fonte: Sprout Social).

“Nós somos impactados todos os dias por marcas nas redes sociais sem nem percebermos. É difícil pensar, hoje, num cliente digital que não faça uma mínima pesquisa sobre seu negócio por lá.” nos contou Lana Nascimento, Líder de Produto da Company Hero.

Mas esses mesmos fatos também nos levam a outro ponto: as pessoas surfam por seus feeds em busca de valor e não para receber ofertas diretas.

Publicações personalizadas e com uma identidade visual agradável e profissional é fundamental para você se destacar, gerar credibilidade e claro, vender mais! Além disso, o conteúdo é muito importante e é ele que vai prender o seu público e aumentar as chances dele consumir o que você publica com muito mais frequência.

Existem várias formas de produzir conteúdos interessantes:

1. Dicas
2. Top 5 diferenciais do seu produto
3. Depoimento dos seus clientes
4. Bastidores da sua marca
5. Tendências do mercado que você atua
6. Notícias relevantes

Por que postar:
  • Sua audiência e seus concorrentes já estão lá, assim como uma grande oportunidade de ser conhecido por novos públicos
  • Entregar valor de forma gratuita e fidelizar cada vez mais sua audiência
O que postar:
  • Conteúdo diversificado (educativo, de engajamento ou sobre sua marca) e personalizado
  • Arte, texto e hashtags (posts com arte podem gerar até 190% a mais de engajamento do que apenas texto)

Postar diferentes tipos de conteúdo para o seu público fortalece a sua marca

Outro ponto que a Company Hero descobriu com pesquisas sobre esse mercado é que, para ter uma estratégia consistente nessas plataformas, é preciso publicar toda semana, no mínimo.

“Para você ter uma ideia, apenas considerando o algoritmo Edgerank, do Facebook, a cada 100 seguidores seus, 20 são impactados. Se você não possui uma frequência alta de postagens, e postagens que sejam de qualidade e gerem impacto e engajamento nos seus visitantes virtuais, você ficará para trás. Nem sempre é fácil para as pequenas e médias empresas, com operações pequenas e times enxutos, realizar toda a criação, planejamento e execução dessa estratégia.”, explicou Lana.

A Company Hero aposta numa estratégia de marketing nas redes sociais que consiste em conteúdo educativo, de engajamento e de publicidade.

Todos seus pacotes de posts são criados com base na estratégia para diversificar ao máximo o conteúdo publicado em qualquer página nas redes sociais. Dessa forma, a audiência não recebe apenas posts sobre produtos e serviços, com intenção de venda, mas recebe informações e dicas úteis que agregam valor ao seu dia a dia e estimula comentários, likes e compartilhamentos.

Toda a operação é feita em conjunto com uma rede de mais de 100 parceiros especialistas em marketing digital.

“O objetivo é que o cliente tenha uma experiência cômoda, apenas tendo que aprovar e ou reprovar postagens, ou com publicar ele mesmo, se essa for a opção que ele ou ela escolher.”, explicou Lana.

Ou seja, a própria plataforma se responsabiliza por treinar os especialistas, revisar os posts internamente e simplificar os processos antes da entrega dos posts prontos.

O ponto chave aqui é acessibilidade. Para começar é só entrar no site e escolher o seu pacote. No mesmo dia o processo já começa e você é informado sobre as principais etapas da produção. Essa dinâmica é versátil e beneficia muito pequenos e médios empresários, para os quais o tempo realmente vale ouro.

Como a Company Hero cria posts personalizados para qualquer marca

A Company Hero já ajudou a poupar mais de 537 mil horas e R$125 milhões dos seus clientes no processo de abertura de novos negócios e suas soluções de legalização.

Agora a ideia é ajudar a fazer o mesmo com marketing digital. O processo desenvolvido visa se destacar pela estratégia de postagem própria, também utilizada pela empresa e agora disponibilizada para seus mais de 5 mil clientes.

Você já pensou que ter as redes sociais povoada com postagens de qualidade pode ser mais fácil do que você imagina.

Acesse aqui se tiver interesse em conhecer mais e receber posts personalizados para sua marca criados pela Company Hero!


Frederico Foini: Especialista de marketing e empreendedor, apaixonado por tecnologia e por novas estratégias de crescimento de negócios e marcas. Atua na Company Hero e
compartilha sua obsessão pela felicidade do cliente, focado na missão de apoiar o
sucesso de pequenas e médias empresas.

 

Foi com a pandemia da Covid-19 que muitas empresas foram, podemos dizer, forçadas a ser adaptar à tão discutida transformação digital.

Mesmo quem não era tão a favor do trabalho remoto, da educação à distância, entre outros, utilizou a tecnologia para seguir com as atividades.

Não é de hoje que toda essa oferta digital esteve disponível no mercado para as marcas, mas com certeza muitos segmentos passaram por uma digitalização sem volta.

E o mercado de pesquisa não foge à regra, cada vez mais impulsionado por inteligência artificial, disrupção e automação. A pesquisa tradicional, como conhecida, é extremamente complexa e muitas vezes lenta. E o desafio de tornar a pesquisa mais fácil e rápida para o cliente, para que todos aqueles interessados no processo de inovação possam facilmente acessar atividades e resultados, também é um oceano a ser explorado.

A multinacional Toluna, líder em insights sobre consumidores e inteligência que atende marcas como Danone, Procter, Globo, Colgate e Ambev, é uma dessas navegantes do mar da pesquisa de mercado que usam a tecnologia como forte aliada.

Marcas, tecnologia e pesquisa de mercado na prática

“Hoje em dia, a mudança é a última constante, portanto, é mais crucial do que nunca que as empresas avaliem regularmente as percepções, sentimentos e preferências de consumidores a fim de se basear em decisões comerciais e em dados reais para alcançar o máximo de sucesso. As empresas devem ser capazes de entender como aproveitar essas valiosas informações para prever o que os consumidores vão querer e precisar agora e no futuro’’, analisa Luca Bon, gerente LATAM da companhia.

Uma das tendências de mercado é a customização cada vez maior das entregas. E quando se trata de pesquisa, envolvendo um grande volume de dados e uma realidade que exige cada vez mais velocidade e assertividade por parte das marcas, ferramentas que possam auxiliar neste desafio é um trunfo poderoso para os profissionais.

Toluna Start é uma plataforma, resultado de duas décadas de inovação tecnológica e metodologia premiada, que tem a capacidade de flexibilizar a composição das amostras e insights acessíveis em dashboards, de forma que os usuários sejam capazes de customizar os insights em cada parte do processo de coleta de dados.

Focada em machine learning e inteligência artificial, a ferramenta integra o painel Toluna de mais de 30 milhões de membros globais, servindo a seus clientes com um profundo entendimento dos consumidores, além de insights sobre o que pensam, sentem e fazem.

“Os CEOs não terão mais o luxo de esperar meses para tomar uma decisão, mas terão de agir em dias, senão em horas. E o acesso regular às informações em tempo real permitirá que os líderes operem em um novo ritmo. Agilidade é a qualidade chave que pode oferecer as organizações uma linha de vida e suporte a negócios já estáveis’’, acrescenta o executivo, reforçando a agilidade para que as marcas consigam se manter sempre competitivas no mercado.

Alguns insights da Toluna para a sua marca

  • Sintonia com a metodologia agile, otimizando fluxos de trabalho e melhorando a produtividade de projetos com foco nos quatro pilares: indivíduos e interações acima de processos e ferramentas, software funcionando acima de documentação abrangente, colaboração com o consumidor/cliente acima de negociação de contratos e respostas às transformações/mudanças, mais do que seguir um plano.
  • Conexão de informações diferentes aplicados em projetos a serem realizados em maior frequência.
  • Atualização constante do consumidor e do mercado, permitindo a detecção de novas tendências e comportamentos do mercado.
  • Monitoramento de sentimentos e necessidades num cenário que exige marcas mais humanas e empáticas.
  • Pesquisa veloz e automatizada, já que tempo e espaço podem ser encurtados e facilitados pela tecnologia.
  • Resultados de trackings que não estejam baseados apenas no ROI de campanhas passadas, mas que antecipem a força e a fraqueza de futuras gerações para que seu produto esteja alinhado com todas as demandas dos exigentes consumidores atuais, permitindo uma visão 360º.

O Grupo RB, multinacional de bens de consumo em higiene, saúde e nutrição, anuncia sua nova identidade corporativa, desenvolvida para contar a história do propósito da companhia, com base em sua rica tradição de 200 anos de existência.

A companhia anglo-holandesa de 200 anos de existência passa a utilizar apenas o nome Reckitt e ganha uma nova identidade visual. Apesar da mudança, seu propósito continua o mesmo: proteger, curar e nutrir na busca incansável por um mundo mais limpo e saudável.

Entenda um pouco do trajeto da marca

Em 2014, a multinacional adotou a marca RB em substituição a Reckitt Benckiser, nome adotado após a fusão global das empresas Reckitt e Benckiser, em 1999. Agora, a nova identidade irá resgatar esta história.

“A marca é um símbolo visível do nosso propósito corporativo e da mudança que vem ocorrendo em todo o negócio nesta jornada de transformação. O nome Reckitt já era amplamente usado, além de ser mais claro, simples e marcante, ao mesmo tempo que mantém associações positivas com a tradição da empresa.”, afirma Miguel Veiga-Pestana, Vice-Presidente Sênior de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade Global.

Sobre a nova identidade

“De Dettol a Lysol, de Nurofen a Durex e de Finish a Vanish vendemos mais de 20 milhões de produtos para as pessoas todos os dias, mas a empresa que está por trás dessas marcas é menos reconhecida. A nova identidade ‘Reckitt’ nos permitirá comunicar melhor o nosso propósito corporativo ao mundo de uma forma poderosa, consistente e impactante”, diz Jo Osborn, Vice-Presidente de Comunicação Interna e Marca Corporativa Global.

A abrangente reformulação foi criada e supervisionada pela agência de branding Conran Design Group, da Havas, e será adotada nos pontos de contato e plataformas da Reckitt – internos e externos, físicos e digitais. Conheça as mudanças:

Novo nome e logo – O ‘R’ no centro do símbolo representa unidade, força e busca incansável, inspirada pelo propósito da Reckitt de proteger, curar e nutrir. Isso descreve o papel da Reckitt no mundo como parceira e catalisadora de uma transformação positiva. A qualidade do símbolo, representado como uma concha, desperta um senso de proteção e uma referência ao mundo natural.

Uma nova paleta de cores – ‘Energy Pink’ se torna a cor principal da marca Reckitt, representando sua eterna energia, enquanto as cores secundárias refletem o seu portfólio de produtos e a conexão com um mundo mais limpo e saudável.

Fonte personalizada – Uma nova fonte personalizada, a ‘Energy’ é acessível e exclusiva para a marca Reckitt.

Imagens – Novos princípios e categorias de imagem ilustram toda a conexão e compromisso com o mundo. Imagens autênticas, acessíveis e ativas tangibilizam o impacto que a Reckitt possui na vida das pessoas, a força das parcerias da companhia e a compreensão de um mundo em mudança.

 

A implementação da nova marca será realizada ao longo de um cronograma de três anos, levando em consideração os ciclos naturais de substituição do negócio para gerenciar uma transição impactante de forma sustentável e econômica.

Thom Newton, CEO do Conran Design Group, afirmou: “A Reckitt tem uma história convincente para contar. A nova marca reflete seus 200 anos de história e fornece uma expressão ativa do seu propósito e luta. A oportunidade de trabalhar com a empresa para desenvolver e lançar a nova marca foi muito gratificante”.

Para entender como o LinkedIn pode ajudar a marca pessoal de um profissional, analisei as estratégias de Personal Branding dos brasileiros eleitos Top Voices LinkedIn em 2019 em estudo feito para monografia de conclusão do MBA de Marketing da USP/Esalq.

Nesse processo, foram realizadas entrevistas com quinze dos vinte e cinco nomeados. Além disso, o estudo contou com análise do perfil na rede social dessas pessoas e todas as informações colhidas foram divididas em três pilares principais, são eles: identidade, imagem e valor de marca. 

Para já dar um spoiler do que vem por aí, um ponto foi comprovado: estar ativo no LinkedIn é extremamente positivo para um profissional, mas só isso não necessariamente será suficiente para você atingir seus objetivos.

SUA MARCA PESSOAL JÁ EXISTE

Independente do que já faz conscientemente ou não, sua marca pessoal já existe, sabe por quê? Em todos os meios que você está presente, as pessoas já possuem uma percepção de quem é você, do que deseja, da confiança que sentem, se você é uma referência ou não e em qual assunto.

Por isso, segundo Arthur Bender, Personal Branding é a gestão da sua marca pessoal, ou seja, é você construir, de forma estratégica como quer ser reconhecido. Sem essa estratégia estruturada por trás, você pode estar passando uma mensagem que não está alinhada aos seus objetivos. 

No estudo ficou evidente que os Top Voices que têm maior clareza dos seus objetivos, ainda que não tenham uma estratégia estruturada por trás, conseguiram aproveitar muito mais as oportunidades que o título trouxe. O motivo é justamente o fato de conseguirem transmitir para a audiência deles, com mais consistência, o que almejam na vida profissional.

Dessa forma, fica clara a importância de trabalhar as estratégias para ter uma marca pessoal a seu favor e que impulsione a conquistas dos seus objetivos. Contudo é preciso conhecer a base da estratégia, pois é isso que impulsionará suas conquistas e te ajudará a atrair oportunidades relevantes para você.

A BASE DE UMA BOA ESTRATÉGIA

Para realizar o estudo e compreender as estratégias de marca pessoal, foram colhidas informações que compõem os três pilares principais, extraídos e agrupados a partir do livro Personal branding: Construindo sua marca pessoal, de Arthur Bender.

1. Identidade de Marca: saiba quem você é e o que você quer

Esse é o primeiro pilar e considero como o mais importante. Formado pelo autoconhecimento, clareza dos objetivos e propósito de um profissional, esses elementos compõem o DNA da marca. 

Durante o estudo ficou evidente o quanto ter esse pilar fortalecido pode impactar os demais. Conhecer o que em você constitui esses elementos torna sua estratégia muito mais consistente e assertiva, principalmente porque as suas escolhas, o que você transmite e oportunidades que busca, tendem a estarem alinhadas ao seu propósito de vida.

2. Imagem de Marca: entenda a percepção dos outros sobre você

Nesse pilar o objetivo é diminuir a dissonância entre o que você é e como os outros veem. Por isso, no estudo foi avaliado a clareza do profissional sobre como as pessoas o vêem e como essa pessoa realiza o planejamento estratégico de sua marca pessoal.

Acredito que a principal contribuição deste pilar na estratégia é colher respostas de quem está a sua volta sobre o seu posicionamento. É como ter um termômetro se as suas ações estão indo a favor ou não do que você quer construir para si e ter uma plano de ação montando para progredir em suas conquistas.

3. Valor de Marca: como potencializar sua estratégia para crescer

São todos os movimentos táticos que podem impulsionar a carreira do profissional. Para isso, considerou-se a autoridade em determinado assunto, o diferencial dentro do segmento que atua e a importância do networking no fortalecimento da marca pessoal.

É interessante compreender que esse pilar é extremamente estratégico, por isso saber usar os elementos a seu favor fará toda a diferença. Não é fácil encontrar o seu diferencial, visto que ele também tem que atender demandas do mercado, nem é fácil ter relacionamentos e parcerias que somem ao que você almeja. Por isso, ter os outros pilares fortalecidos e reforçar sua autoridade é essencial para trazer maior credibilidade e consistência aos outros elementos desse pilar.

LINKEDIN É UMA FERRAMENTA IMPORTANTE

Ao construir a sua identidade de marca e entender com clareza seus objetivos, você terá os insumos para construir o seu planejamento estratégico de carreira. Nele é importante considerar que todas as ações que você irá tomar estejam alinhadas com seu objetivo final, com o seu propósito.

Para isso, avalie quem são as pessoas que você quer se comunicar, quem são as pessoas referência no seu segmento e que já alcançaram o que você almeja, quais experiências você quer viver, quais conhecimentos são importantes obter, quais as tendências do seu mercado…Enfim, aqui há uma enorme variedade de pontos a serem compreendidos.

Nesse momento você pode estar se perguntando o que o Linkedin tem a ver com isso, né? Reflita comigo, em qual outro lugar você consegue obter esse tipo de informação de pessoas que você nem mesmo conhece e ainda se conectar com elas? É por isso que o Linkedin pode te ajudar tanto a conquistar seus objetivos, se você usá-lo de forma estratégica.

Por isso, aproveite esse espaço para se conectar com pessoas, para aprender com quem já passou pelo caminho que você deseja trilhar, e aqui não estou falando de necessariamente conversar com essa pessoa, mas de acompanhar as postagens e entrar no perfil dela e entender o que ela já fez na vida, entre em grupos para discutir assuntos da sua área e entender como pensam os profissionais que atuam no seu segmento e compartilhe o que você faz, qual seu sonho, onde quer chegar para que outras pessoas te ajudem na sua trajetória.

Estar ativo no Linkedin é uma forma de reforçar diariamente para a sua rede quem é você, o que você faz e qual o seu sonho. Por isso é tão importante estar ativo na rede, se você já souber fazer isso de forma relevante e estratégica melhor ainda! Se não, tome consciência do que precisa para ser mais assertivo enquanto dá os primeiros passos na rede, não adie para depois porque oportunidades podem surgir.

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O primeiro passo de todos é entender o que você quer, qual seu objetivo e propósito de vida. Com isso claro, o segundo passo é compreender seus pontos fortes e aqueles que você precisa desenvolver para atingir o que deseja.

Não é fácil dar esses primeiros passos, mas com certeza é preciso AGIR! Se você já tem consciência deles, o que você está fazendo para atingir o que almeja? Se você ainda não tem, o que está fazendo para descobrir? Ficar parado é o que não dá! Experimente, busque, converse com outras pessoas, vá atrás do seu autoconhecimento e assuma as rédeas da sua carreira.

Personal Brading tem como objetivo final te ajudar a se diferenciar e se destacar no mercado de trabalho, mas para isso é preciso assumir o comando da sua carreira.


Amanda Peconick: Publicitária e Especialista em Marketing, com aproximadamente 10 anos de atuação e experiência em diferentes estratégias de Marketing Digital. Tenho como missão ajudar as pessoas a criarem as oportunidades que almejam ao ajudá-las a impulsionar seu desenvolvimento.

Como tudo começou?

A VisaBrand começou em novembro de 2019, quando a já formada em design de interiores Raphaella Almeida apresentava seu segundo projeto de conclusão de curso, dessa vez em Gestão de Economia Criativa.

Já com trabalhos desenvolvidos na área de interiores, a designer queria explorar novas rumos que a permitissem desenvolver algo que se complementava ao seu trabalho e até mesmo dando fruto a novos projetos, como a VisaBrand.

Um desejo de fazer diferente sem deixar de lado seu propósito em auxiliar mulheres que decidem viver de seus próprios trabalhos e ideias e escolhem não viver de cargos em empresas, mas sim de si mesmas. São mulheres que, assim como Raphaella, enfrentam diariamente barreiras por serem quem são.

A ideia foi unir conceitos, pontos de vista, vivências, autoconhecimento e o desejo de ver a mudança que tanto queremos ser, em um único formato de trabalho.

Sobre a Raphaella

Raphaella gosta de dizer que veio ao mundo com o propósito: “I WAS CREATED TO CREATE.”

Desde nova o desejo de criar, construir, ajudar e inovar era forte e foi o que a direcionou por todas as áreas em que passou. Quase 10 anos criando através do Design de Interiores e, agora, da gestão criativa. No entanto, a designer ainda sentia falta de criar tudo com um toque mais seu, com o propósito que estivesse mais alinhado com a mulher que vem se tornando.

Empreender foi o caminho, e hoje orienta mulheres a se desenvolverem de duas formas, uma em um estúdio de beleza em sociedade com sua mãe, Cida Almeida, e a outra na VisaBrand, onde ajuda na gestão das marcas pessoais dessas mulheres. Ambos projetos trabalham com princípios como, autenticidade, autoconhecimento, valorização de suas histórias e o conceito do visagismo.

A principal bandeira e uma nova forma de se encontrar

O principal compromisso que deu início à VisaBrand, foi a importância em se falar, desconstruir e lutar contra os padrões de beleza estabelecidos na sociedade contemporânea.

Vivemos a constante exigência de se enquadrar nos novos padrões, em questão a estética feminina, mulheres de todas as classes sociais e lugares do mundo se veem em situações onde são cobradas a serem, usarem, comprarem, aquilo que não as representa. Essa constante exigência produz um culto ao corpo e à beleza de uma forma que gera grande angústia, ansiedade e medo constante em não fazer parte de algo. A indústria, através dos meios de comunicação, encarrega-se de criar desejos e reforçar imagens padronizando ideias de beleza, quando na verdade deveriam mostrar representações diversas corporais sinalizando como nós, humanos, estamos em constante transformação.

As transformações atuais carregam fatores que marcam uma nova revolução, cada vez mais rápida, e com um forte impacto de longo alcance. A busca por novas formas de ser relevante além do produto que vende acontece principalmente com uma ruptura dos padrões que estão presentes em vários momentos. Com um número cada vez maior de brasileiros que se identificam como influenciadores, sem limitações geográficas a mescla de opiniões, movimentos, tribos e influência sobre diversos assuntos é enorme. Criando assim, uma forte corrente de reciprocidade, respeito e interação a partir de interesses comuns. Grupos que antes não tinham voz estão se expondo cada vez mais nas redes e se tornando autores do conteúdo e produtos que eles tanto queriam ver e que se identificam.

Um conceito ainda desconhecido

O visagismo é um conceito e não meramente uma técnica. Pouco comentado, o visagismo para muitos se trata de uma técnica e uma boa ferramenta para trabalhar a estética, mas possui uma verdadeira grandeza que permite que profissionais atendam às necessidades de seus clientes com uma profundidade jamais vista. Resgatando, assim, o indivíduo da massificação e da uniformização, integrando a beleza e estilo a uma identidade própria e o auxiliando a encontrar e trilhar novas perspectivas, seja na vida pessoal quanto na profissional.

Além disso, pode ser muito bem aplicado hoje na sociedade contemporânea em que vivemos, onde a cada dia busca-se a personalização, valores e propósitos das marcas ainda mais claros. Com conceitos pouco explorados, o visagismo lida diretamente com a psicologia da imagem, sendo fundamental uma consultoria presencial, diferenciada de consultorias de imagem, ou assessoria.

Na prática, o visagismo funciona com uma consultoria onde se destaca às principais características do cliente, físicas ou de personalidade. Com medições no rosto, com o uso de um paquímetro, definimos os formatos/desenhos (de queixo, nariz, boca, olhos…), sendo de grande importância ser realizado com cuidado e atenção, pois com essas informações descobrimos os temperamentos de cada cliente e a resposta para grande parte de suas atitudes, desejos e formas de se comunicar com o mundo.

Temos 4 categorias em que podemos classificar o cliente: sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático. Todas as pessoas apresentam partes das características destes temperamentos, mas em graus diferentes. Esses temperamentos existem apenas como base para se enquadrar melhor as características e personalidade das pessoas, não existe com o intuito de colocá-las em grupos ou pré julgá-las, mas sim de ajudar a melhorar alguns pontos.

É preciso pensar em cada pessoa como única, um ser individual, um ser humano em busca de autoconhecimento e direção, para trilhar novos caminhos. E o que o torna essa pessoa única, e a distingue dos demais, não é sua profissão ou as roupas que usa, mas sim suas características pessoais, personalidade, estilo de vida seus sonhos e desafios.

Construindo a partir de uma união

Visagismo + Branding Pessoal, reforçando o autoconhecimento feminino e desconstruindo padrões de beleza para empoderar o Branding Pessoal de empreendedoras. VisaBrand vem trabalhando a linguagem visual através dos arquétipos, desde o logo em que transmite o poder e resultados dessa união, como também detalhes e personalidade da Raphaella.

O futuro da VisaBrand

Trabalhar na expansão da marca para ainda mais mulheres, mantendo o propósito e valores que nos conectam a elas.

E esses passos já começaram a serem dados, contando com as clientes que vem surgindo e da presença no V Congresso Internacional de Branding.

É preciso investir tempo no planejamento, aprendizado e atualizações constantes, estando cada vez em mais lugares, compartilhando esse universo de conceitos e métodos juntos.


Raphaella Almeida: Designer e Gestora, apaixonada por empoderar, desafiar e vivenciar o melhor que existe em ser mulher. Criou a VisaBrand e se dedica a ajudar mulheres empreendedoras a enxergar, vivenciar e se apropriar de suas histórias para transformar o mundo.

Em meio a uma pandemia global que atinge todo o planeta de maneira devastadora, contaminando mais de 26 milhões de pessoas e matando quase 900 mil, e durante uma das mais intensas crises econômicas já vividas nas últimas décadas, com o PIB do 2º trimestre caindo a -9,7%, o brasileiro encontrou uma maneira de rir e fazer meme.

E a responsabilidade é de ninguém menos que o próprio Banco Central, que resolveu lançar uma nova cédula de real, no valor de R$ 200, tendo como símbolo o lobo-guará, animal que faz parte de nossa fauna e que, agora, integra o ‘time’ de representantes de nossa moeda, formado também por tartaruga-de-pente (R$ 2), garça branca (R$ 5), arara vermelha (R$ 10), mico-leão dourado (R$ 20), onça-pintada (R$ 50) e garoupa (R$ 100).

Nosso querido beija-flor, que ilustrava a nota de R$ 1, saiu do grupo em 2005, quando a cédula deixou de ser fabricada no Brasil.

Não bastasse toda a ‘campanha’, tipicamente brasileira, clamando pelo uso do vira-lata caramelo como mascote da cédula de R$ 200, o debate sobre a nova nota foi muito além. E isso nos traz cinco grandes reflexões.

O deboche como estratégia de marketing

Se o brasileiro quer o vira-lata caramelo como protagonista da nova nota, afinal, nenhum outro bicho representa tão bem o nosso país, o Banco Central, debochado, criativo e inteligente, usou o famigerado a seu favor. Primeiramente, ao dizer que cogitava, sim, trazer o canino para a cédula. Mas, na verdade, a ‘ação relacionada ao animal’, citada pela diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros, referia-se à campanha de lançamento, divulgada nas redes sociais do órgão. Na peça, um vira-lata caramelo pede para a população receber o lobo-guará (ou ‘caramelo do serrado’) com carinho.

É sempre bom lembrar a importância do branding

Entre os assuntos mais comentados após a divulgação da nova cédula, seu layout foi, com certeza, o principal. E aqui, não estou falando – ainda, fica para o próximo item – sobre estética, mas sim sobre branding e alinhamento de marca. A diferença entre fontes, elementos tamanho e estrutura é bastante perceptível em relação às demais notas. Nunca é demais relembrar que nós, profissionais de comunicação e marketing, temos um compromisso com a unidade de nossas marcas e produtos, e, geralmente, os reflexos causados por desalinhamentos de KV são imediatos. Mas, o branding vai além do aspecto visual, pois está diretamente ligado à identidade e à gestão de uma marca, e isso impacta até mesmo no posicionamento estabelecido por uma corporação.

Não subestime a estética

E agora sim, além do branding, a estética como um todo. O lobo-guará utilizado na representação está em uma posição desfavorável, com aplicação que remete a imagens de baixa qualidade e com composição que prejudica sua visualização. Isso, claro, sem citar o ‘arbusto’ destoante localizado acima da grafia ‘duzentos reais’. Independentemente de questões de segurança – que são, claro, absolutamente indispensáveis -, não podemos subestimar a estética de qualquer item, seja marca, produto, embalagem ou acessório.

Qual a necessidade disso… agora?

São diversos os argumentos utilizados para justificar a criação da nota de R$ 200 neste momento. Mas, não podemos desconsiderar a crise econômica pela qual o Brasil está passando. E com isso, vem a pergunta: precisávamos destes custos de produção na Casa da Moeda em pleno período de pandemia? E ainda sobre o lançamento da nova cédula, deixo para os colegas de compliance a reflexão sobre potencial aumento de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, que são comumente facilitados com uso de notas de maior valor.

Use a ‘fábrica de memes’ a seu favor

E por último, o principal aprendizado: planejar uma boa estratégia de marketing no Brasil sem levar em consideração que somos a maior fábrica de memes do planeta é quase impossível. Nesse sentido, o Banco Central soube aproveitar muito bem a repercussão – que poderia ter tomado uma conotação negativa – a seu favor. Trazer o vira-lata caramelo para sua campanha de lançamento foi uma das maiores sacadas da publicidade brasileira em 2020.

Se depois de seis meses de isolamento social e de números tão assustadores (seja na pandemia ou na economia) nós encontramos na nova nota de R$ 200 razões para nos distrairmos, que assim seja.


Cristiano Caporici é diretor de Comunicação e Marketing da Tecnobank

1º Fórum Online de Economia Criativa Belas Artes

A Belas Artes completa 95 anos de história. E, para celebrar essa trajetória dedicada ao ensino de excelência voltado para as áreas da Economia Criativa, realizará o 1º Fórum Online de Economia Criativa, que acontecerá entre os dias 22 e 24 de setembro

A programação do evento online será voltada para a ampliação do conhecimento, networking e troca de experiências com profissionais renomados do mercado, contando com conteúdos exclusivos distribuídos entre webinars, cursos gratuitos com certificação, e-books, entre outros, todos com profissionais do mercado referências em suas áreas e que vão debater o tema macro “Projeções, Cenários e Comportamentos”.

Confira os palestrantes:

  • Márcia Auriani, Gestora Executiva InfoBranding e Coordenadora de Pós-Graduação Belas Artes
  • Rodrigo Amorim, Mestre em Branding e Professor da Pós-Graduação Belas Artes
  • Manuela Bordasch, Idealizadora e Co-Fundadora Steal the Look
  • Manuela Villela, Head da área Top criadores e figuras públicas do Youtube Brasil
  • Marcos Sterenkrantz, Head de XP Ventures da XP Inc.
  • Luiz Arruda, Head of WGSN Mindset Latin America

Inscrições gratuitas e programação: https://aniversario.belasartes.br/